O jovem atualmente cumpre medida socioeducativa no Centro de Internação de Adolescentes, em Anápolis
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Assim como no Paraná, o atirador de Goiás alegou, como motivo para os disparos, que sofria bullying. O adolescente, que cursava o 8.º ano, foi condenado à sanção máxima prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): três anos de internação.
Segundo a advogada Rosângela Magalhães, que o defende, os pais do adolescente, que são PMs, o visitam uma vez por semana. Ele continua os estudos.
A família de João Pedro Calembo, de 13 anos, tenta superar a perda. Em 13 de julho, quando o adolescente faria 14 anos, a mãe, Bárbara Calembo, manifestou em rede social a "eterna saudade" do filho. "A situação em que fomos colocados vai além da nossa compreensão humana, mas o amor que temos pelo nosso filho vai além da vida", escreveu.
Já a família de Isadora de Morais, que ficou paraplégica após os tiros, criou a página Todos pela Isadora no Facebook e conseguiu a doação de uma cadeira de rodas elétrica. Ela também obteve tratamentos para reabilitação e vem tendo progressos, segundo a publicação.
O diretor do Colégio Goyases, Luciano Rizzo, disse que foram tomadas medidas de prevenção. "Foi um acontecimento terrível que a escola nunca vai esquecer, mas passamos a dar muito mais atenção a tudo o que acontece com os alunos."
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás informou que o inquérito foi concluído em 2017 e enviado para o Juizado da Vara da Infância e da Juventude. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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